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Para mães e pais 
em fase de crescimento.

Meu(minha) filho(a) não tem amigo(a), devo me preocupar?

Ninhos do Brasil NB
ter, 20/04/2021 - 17:13

Que bom que você veio aqui com essa questão! Nesse momento, é importante entender se o fato de não ter muitos amigos afeta a criança e por que isso acontece. Entre nessa rede de carinho para ouvir opiniões e trocar com outros pais!

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Cristiane Paula Nemitz Xarlinho CP

Cristiane Paula Nemitz Xarlinho CP

Meu filho tem 17 anos, teve seu diagnóstico fechado aos 9 anos. Até hoje ele teve 2 amigos , já não tem contato com eles a muito tempo. Ele não tem interesse em fazer novas amizades e prefere ficar sozinho...me preocupo muito com isso e não sei como agir...

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ter, 23/11/2021 - 23:03

Ninhos do Brasil NB

São Paulo, SP

Olá, Cristiane! Obrigada por compartilhar essa aflição.

Tudo que queremos é a felicidade dos nossos filhos, não é? E conforme crescem, é normal a nossa preocupação com a vida social deles aumentar, afinal, sabemos a importância de ter amizades para a vida.

Mas é essencial entender que cada um tem sua própria maneira de ver, e lidar, com o mundo ao redor. Além disso, como a neurocientista Lívia Ciacci explicou no nosso texto sobre o autismo infantil (você pode conferir aqui: https://www.ninhosdobrasil.com.br/autismo-infantil!), pessoas com o Transtorno do Espectro Autista (TEA) apresentam um grupo de alterações do neurodesenvolvimento que leva a dificuldades na comunicação e interação social. Ou seja, é mais difícil para elas manterem e entenderem relacionamentos interpessoais.

Mas isso não significa que é impossível! Reunimos algumas dicas que podem auxiliar você a incentivar o seu filho a fazer novas amizades:

- Abraçar a realidade: o primeiro passo é entender que cada um de nós interage com o mundo de um modo diferente! Para o seu filho pode ser desafiador fazer novas amizades e interagir com outras pessoas, mas não tenha pressa e não force ele a nada, ok?

- O acompanhamento é essencial: perceber que o seu filho não tem interesse em fazer novas amizades e prefere ficar sozinho foi um passo muito importante! Agora é o momento de buscar ajuda especializada com neurologistas, psiquiatras e psicólogos.

- Contar com uma rede de apoio: acredite, você não está sozinha! Buscar por grupos de pais que passam pelo mesmo que você e dividir a sua experiência (como você fez aqui 💛) é muito importante.

- Por último, mas o mais importante: reconheça cada evolução do seu filho e dê muito amor. Com certeza vocês vão crescer juntos durante esse processo!

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ter, 30/11/2021 - 11:48
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